Por que “50 Tons de Cinza” mexe com a curiosidade de muitas mulheres?


Por que “50 Tons de Cinza” mexe com a curiosidade de muitas mulheres?

Cristina Longhi, terapeuta, explica a importância da Energia Sexual e o Poder do Orgasmo

As mulheres, além do romantismo, buscam o erotismo e a maioria gosta de homens com atitude. São movidas pelo amor e paixões. Sabem ser carinhosas e meigas, mas também podem mudar de comportamento e se tornarem ferozes e exigentes quando a ocasião pede. E qual delas não quer tornar realidade os sonhos e as fantasias sexuais?

 Até dá para entender porque a trilogia “50 Tons de Cinza”, da autora E. L. James, faz tanto sucesso que das páginas dos livros a história foi parar nas telonas. Só no Brasil foram vendidos mais de 3 milhões de cópias.

O livro “50 Tons de Cinza” apresenta uma história picante e erótica com cenas de sexo, erotismo, jogos de sedução e mexe com o universo feminino. Muitas pessoas podem estranhar os fetiches praticados pelos protagonistas.

Cristina Longhi, terapeuta, programadora Neurolinguista, diz que o mais importante é compreender a verdadeira dimensão do que as pessoas  podem ter através do poder curador do orgasmo, do sexo, do toque. “Curador, porque temos em nosso sistema corporal meios de ativar a nossa essência sexual interior, que faz com que muita energia se movimente, atraindo bem-estar, felicidade e até a cura de muitos males como depressão, baixa imunidade, ansiedade, dores, entre outros”.

A terapeuta explica que isso pode ser feito aprendendo como esta energia pode se movimentar pelo corpo de forma adequada, através de algumas técnicas específicas que envolvem movimento e respiração.

Segundo Cristina Longhi, o filme mexe com o imaginário das mulheres, porém o  poder sexual vai muito além do ato sexual em si, é algo que vem de dentro e ativa seu centro, trazendo de lá tudo o que é necessário. “Quem possui esta energia ativa são mais criativas, mais relaxadas e sabem o que querem, pois aprenderam a exercitar o seu próprio poder”, ressalta.

Cristina Longhi esclarece ainda que para chegar lá é necessário em primeiro lugar, conhecimento sobre a energia sexual, sobre o corpo e, principalmente, as emoções. “Vejo pessoas chegarem ao meu workshop “fechadas” e saírem livre e dispostas a dar prazer a si mesmas”.

Para que isso ocorra, a terapeuta conta que é necessário se sentir confortável consigo mesma, entender que a energia sexual é boa e que deve ser desfrutada, independente da forma de alcança-la.

“Chegar ao ponto onde a pessoa se sente livre para falar sobre sexo e energias que envolvem o sexo, assim como tudo que envolve a questão sexual é o maior desafio que a pessoa encontra”, enfatiza a terapeuta.

Portanto, independente da proposta do filme e do livro “50 Tons de Cinza”,  é uma oportunidade das mulheres manterem o contato com o assunto e de certa forma quebrar tabus e opinar sobre o tema.

Jornadas da Alma e RCL Treinamentos baseados em PNL

Cristina Longhi – Terapeuta, Programadora Neurolinguista

http://cristinalonghi.blogspot.com.br

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