DE SACOLEIRA À DONA DE REDE INTERNACIONAL DE FRANQUIAS

Empreendedora começou vendendo maquiagem de porta em porta e, hoje, conta com franquia nos Estados Unidos


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A marca Sapatilha na Sacola, venda direta de Calçados Femininos, nasceu por meio da veia empreendedora de Letícia Penna. Sua história começa aos 12 anos, vendendo maquiagem e, logo em seguida, passou a vender sabão na escola onde estudava. Letícia é vendedora nata e, sempre que via uma oportunidade, a abraçava. Hoje, a marca da empreendedora conta com rede de mais de 40 franquias. “Eu sempre quis ter um negócio que fosse meu mesmo e, dentro desse processo de encontrar o negócio dos meus sonhos, eu continuei buscando alternativas para que a grande oportunidade viesse bater à minha porta já que, quando batesse, eu teria que estar pronta, não poderia me dar ao luxo de desperdiçar a oportunidade que tanto busquei e lutei para conseguir durante muito tempo!”, afirma Letícia.

A empreendedora tinha razão, a oportunidade bateria à sua porta. Depois das makes, do sabão, das roupas e outros produtos, vieram as sapatilhas. “Me lembro que o primeiro elogio pelo bom gosto nos pés me acendeu uma luzinha de alerta para um novo modelo de negócio. Era minha chance!”, enfatiza a dona da marca que investiu em um modelo diferenciado de vendas, no qual levava seus produtos, até a casa de suas clientes. 

Cada cliente SNS sempre foi tratada de modo exclusivo, o que foi ponto de partida para a criação da franquia Sapatilha na Sacola. Iniciando a expansão em 2015, a marca ganhou grande nome no mercado e, em 2017, resolveu parar para organizar a casa. “Ano passado, paramos com a venda de franquias para organizarmos as novas coleções e produtos, além de estruturar a distribuição”. Mesmo com o breque na expansão, com apenas 03 anos de existência a Sapatilha na Sacola conta com mais de 40 franqueadas à sua rede. 

Em 2018, além de retomar as vendas de franquias, com plano de chegar a 100 unidades até o fim do ano, a equipe prepara a SNS para alçar voos ainda mais altos. 

Partiu Exterior! 

“A veia empreendedora não parou de pulsar e, como nosso modelo desperta grande interesse nas pessoas, quando surgiu a oportunidade de levar a SNS para fora do país, não pensamos duas vezes.”, explica Penna.

De modo geral, o processo de internacionalização é bastante positivo paras as empresas que pensam em expansão de seus negócios. Pois ela permite a comunicação com novas tecnologias, novos mercados consumidores e fornecedores. Wanderley, sócio e marido de Letícia conta que o primeiro passo foi a realização de um estudo mais aprofundado. “A princípio fizemos levantamentos e estudos para identificar os prós e contras de ter a marca intercionalizada. Quando entendemos que esta possibilidade era real, optamos em deixar apenas uma em operação por um tempo e é neste timing que estamos agora.”

A condução desta expansão deve ocorrer de forma planejada e consciente. É um trabalho que exige perfeição em todos os setores que fazem parte da empresa, desde a confecção dos produtos até o comercial, que é o setor que tem o contato direto com os possíveis investidores da franquia, para que a marca possa continuar crescendo nacionalmente e agora internacionalmente. “Nem nos meus maiores e melhores sonhos eu imaginei que a minha marca pudesse chegar tão longe. É tanta felicidade e orgulho que não cabem em mim, agora vamos continuar trabalhando para que a SNS possa ser conhecida e amada pelo mundo inteiro!” encerra Letícia.


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