Publicado em Educação

Proposta de aplicativo especialista inteligente para reconhecimento do inglês não nativo para brasileiros será apresentada em 6º Congresso Ibero-americano de Investigação Qualitativa na Espanha

por em19 Abril 2017 161 acessos
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Projeto é de autoria da pesquisadora do programa de Pós-graduação em Mídias, Educação e Comunicação da cidade de Uberlândia (MG)

Desenvolvido como parte do projeto de pesquisa do programa de Pós-graduação em Mídias, Educação e Comunicação da Universidade Federal de Uberlândia, da pesquisadora, Iolanda Carneiro, o artigo  Globish e Cockney: uma proposta de aplicativo especialista inteligente na avaliação efetiva da comunicação full duplex através da língua inglesa entre nativos, não nativos e máquinas”  foi aceito para apresentação no 6º Congresso Ibero americano de Investigação Qualitativa, que acontecerá de 12 a 14 de julho, na cidade de Salamanca, Espanha.

O trabalho traz uma proposta inovadora no que diz respeito à avaliação da comunicação na língua inglesa entre nativos, não nativos e máquinas na efetivação do reconhecimento daquilo que se diz na língua inglesa. “A partir de experimentos realizados no Laboratório de Inteligência Natural e Artificial – LINA, da Universidade Federal de Uberlândia, juntamente com o Prof. Luciano Lima, foi possível a criação de um protótipo para a aferição do reconhecimento do Inglês, utilizando recursos de learning machines e deep learning existentes em nuvem, no Google, e acessados facilmente pela plataforma appInventor 2 suportada atualmente pelo MIT. Este protótipo desenvolvido faz o reconhecimento de voz que verifica o que foi dito em determinada língua”, explica a pesquisadora.

Para o Prof. Dr. Luciano Lima, orientador e apoiador da pesquisa,  no processo de avaliação entre humanos e dispositivos será fundamental a identificação do sotaque do humano.  “Essa identificação do sotaque pode ser feita através da identificação do IP, o Internet Protocol – o identificador de um dispositivo  da máquina, o qual indicará a região geográfica com precisão de onde o interlocutor humano está. Outra opção é evitar o reconhecimento automático e permitir que a pessoa, o humano, ajuste, decline a região de origem ou o sotaque que julga ter”, desta o professor.

A pesquisa traz questões importantes sobre o reconhecimento da língua inglesa pronunciada por não nativos brasileiros no que se refere à comunicação com máquinas e como as máquinas estão reconhecendo o que está sendo dito pelo não nativo para, assim, executar funções de comando na língua inglesa. 

Última modificação em 19 Abril 2017